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Nova Brasilândia – Após denúncias de Exploração Sexual, Operação Policial faz buscas e apreende suspeita em prostíbulo

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Foto: Polícia Civil

Uma operação policial realizada pela Polícia Civil com o apoio da Polícia Militar apreendeu uma proprietária de uma Bar conhecido como “Bar da Sara”, localizado na cidade de Nova Brasilândia na tarde de ontem, terça-feira, 26.
De acordo com as informações, as primeiras denúncias incluídas no inquérito policial Nº 031/2019, informavam que no local, “Bar da Sara”, ocorriam Exploração Sexual, onde as mulheres que ali estavam, seriam alvos de ameaças, lesões corporais e extorsão, e vários débitos eram contraído e anotados, sendo “devedoras” e impedidas de deixar a profissão ou o local até que as dívidas fossem pagas, perfazendo o crime de Rufianismo.
Uma das vítimas, foi ouvida pela autoridade policial, onde de posse das informações colhidas houve a representação da Autoridade Policial ao Juízo, sendo solicitada a Prisão Preventiva e Busca e Apreensão no local denominado “Bar da Sara”.
A operação coordenada pelo Delegado Responsável pelas investigações, Delegado de Polícia Giuliano Ricardo Lopes, culminou na apreensão da responsável pelo local, identificada apenas pelas iniciais S. R. R.
No local foram encontradas, além da responsável pelo Bar, mais 07 mulheres que se identificaram como sendo prostitutas.
Também foi observado no local que havia quarto conjugado ao bar onde ocorriam os “programas sexuais” bem como caderno de anotações contendo a relação de “programas sexuais”, multas e outras informações.
A Srª S. R. R. foi encaminhada à UNISP local onde após ser flagranteada foi encaminhada ao presídio, ficando à disposição da justiça. Ela responderá aos crimes tipificados nos art. 229 (pena de reclusão, de dois a cinco anos), art. 230, §2º (pena de reclusão, de dois a oito anos), art. 158, caput (pena de reclusão, de quatro a dez anos) e art. 158, §3º, primeira parte (pena de reclusão, de seis a doze anos), todos do Código Penal.
As demais mulheres também foram encaminhadas à UNISP, onde após serem ouvidas pelo delegado foram todas liberadas. Nenhuma mulher menor de idade foi localizada no local.
O Delegado ressalta que o inquérito policial ainda não foi finalizado e demanda de novas diligencias periciais, e após será remetido ao Ministério Público no prazo de dez dias.
Foto: Polícia Civil

Fonte: Rolim Notícias

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