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Coronavírus é como uma gripe, cuja qual não temos imunidade, mas que passa com o tempo; leia e entenda

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Coronavírus é como uma gripe, cuja qual não temos imunidade, mas que passa com o tempo; leia e entendaCoronavírus é como uma gripe, cuja qual não temos imunidade, mas que passa com o tempo; leia e entenda

O mundo espera ansioso enquanto cientistas trabalham na busca de uma vacina e medicamentos para combater a Covid-19, enfermidade causada pelo novo coronavírus.
Mas, na falta de remédio específico ou imunização, o tratamento de quem está doente inclui o uso de analgésicos e antitérmicos, como paracetamol e dipirona, para tratar os sintomas, assim como hidratação e repouso.
A OMS havia restringido o uso do ibuprofeno contra os sintomas do coronavírus. Mas voltou atrás e liberou o uso para conter os sintomas. Mas a organização alerta que a automedicação não é aconselhada.
Ainda segundo a OMS, 80% dos casos de Covid-19 evoluem sem necessidade de tratamento especial. Uma análise estatística publicada pela revista especializada Science indica que na China quase 90% das pessoas doentes passaram despercebidas quando ainda não havia restrições de viagens em território chinês.
Antibióticos também não devem ser usados para prevenir ou tratar infecção por coronavírus. Os antibióticos funcionam apenas contra bactérias. Esse tipo de medicamento, porém, pode ser utilizado em caso de eventuais infecções decorrentes da doença, como infecção da garganta.
Algumas fake news que circularam na internet falam que era possível tratar o coronavírus com vitamina C, chá de ervas, “shots” de imunidade, ozonoterapia ou mesmo água quente, informações que não procedem. No Irã, pessoas morreram envenenadas após tomarem álcool puro, acreditando ser essa uma forma de evitar o vírus.
O CORONAVÍRUS
O coronavirus é um vírus que causa complicações respiratórias. Na maioria das pessoas, ele vai parecer uma gripe, com febre, dores no corpo, cansaço, fraquesa, coriza (nariz escorrendo), garganta inflamada, e que, com o tempo ela vai embora. Porém, também pode evoluir para um quadro de infecção respiratória como pneumonia.
Os sintomas característicos do Covid-19 são:
  • Febre;
  • Tosse seca contínua;
  • Principalmente, dificuldade em respirar.
Após ser infectado, o período de incubação (momento da infecção até o aparecimento dos primeiros sintomas) leva de 02 a 14 dias. A transmissão ocorre apenas quando a pessoa apresenta sintomas através de gotículas de saliva no ar. Por isso a importância de ficar isolado, ao espirrar cobrir o nariz, lavar constantemente as mãos.
A transmissão ocorre principalmente por:
  • gotículas de saliva;
  • espirro;
  • tosse;
  • catarro;
  • contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
  • contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.
Por isso deve-se:
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Ficar em casa quando estiver doente.
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência.
Pessoas no grupo de risco, podem ter complicações mais severas devido ao coronavírus baixar a imunidade do corpo. Aqueles que se enquadram no grupo de risco são:
  • Idosos
  • Diabéticos
  • Hipertensos
  • Quem tem insuficiência renal crônica
  • Quem tem doença respiratória crônica
  • Quem tem doença cardiovascular
CLOROQUINA E HIDROXICLOROQUINA
Na quinta-feira (19), o presidente americano Donald Trump e Stephen Hahn, do órgão que estuda os medicamentos nos EUA, disseram que a agência americana de fiscalização e regulamentação de alimentos e remédios havia aprovado o uso em pacientes do coronavírus dos medicamentos cloroquina e hidroxicloroquina, vendidos sob receita para o tratamento de malária, lúpus e artrite reumatoide.
Mas não houve testes clínicos que determinassem que esses medicamentos de fato funcionam contra a doença, e Hahn não explicou o porquê a FDA decidiu apoiar seu uso; tampouco explicou se a medida anunciada representava aprovação formal de um novo uso para os medicamentos.
Ainda assim, a declaração gerou uma corrida às farmácias americanas.
Replicada nas redes sociais pelo presidente Jair Bolsonaro, a menção teve efeito semelhante aqui, deixando pacientes com artrite, lúpus eritematoso, doenças fotossensíveis e malária sem o medicamento.
Na sexta-feira, a operadora Prevent Senior e o Hospital Israelita Albert Einstein informaram que começariam a usar, em caráter experimental, a hidroxicloroquina em seus pacientes atingidos pelo coronavírus e farão testes da droga.
Testes preliminares feitos com um pequeno grupo de pacientes na China também sugerem que um medicamento desenvolvido para combater outras doenças virais também poderia ter efeitos positivos contra a atual pandemia de Covid-19.
Trata-se do favipiravir, produzido comercialmente no Japão com o nome de Avigan. O fármaco ainda não tem registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), não podendo, portanto, ser vendido no Brasil. Hoje, ele é produzido apenas sob demanda no país onde foi desenvolvido.
Em entrevista à Folha, a médica curitibana Mariângela Simão, diretora-assistente da OMS, recomendou que informações que circulam na internet sobre tratamento sejam checadas.
“Ainda que haja 200 ensaios clínicos sendo implementados, não existe conclusão sobre nenhum deles”, disse Simão.
VACINA
O caminho percorrido por cientistas que buscam uma vacina ou medicamento eficaz é o mesmo que se aplica a outras doenças virais.
No caso da vacina, com base no material genético do Sars-CoV-2, nome oficial do novo vírus, os cientistas pesquisam formas de estimular a produção de anticorpos. Já para criar um medicamento antiviral é preciso atingir a parte específica responsável pela reprodução do vírus e destruí-lo sem matar as células infectadas no corpo humano.
O desafio é lidar com patógenos adaptáveis, que se reproduzem rapidamente, com alterações genéticas que podem tornar a droga desenvolvida ineficaz.
Nos Estados Unidos, voluntários sadios começaram a testar uma vacina experimental para o novo coronavírus produzida pela equipe do Instituto de Pesquisa em Saúde Kaiser Permanente, em Seattle.
Trata-se de uma vacina de mRNA (RNA mensageiro), molécula “prima” do DNA que costuma carregar as informações necessárias para a produção de uma proteína até as “fábricas” da célula.
Com base no material genético do novo coronavírus, os pesquisadores fabricaram moléculas de mRNA que contêm a receita para a produção da proteína da espícula do parasita —o “espinho” ou “arpão” que ele usa para se fixar nas células humanas.
A ideia é fazer com que o organismo dos pacientes produza apenas essa proteína, com base no mRNA da vacina.
Com isso, o sistema de defesa das células reagiria como se tivesse sido invadido pelo vírus real, produzindo anticorpos —moléculas defensoras— com “design” específico para o combate ao Sars-CoV-2. Diante do patógeno verdadeiro, essas pessoas estariam imunes.​
Fonte: Folha, Ministério da Saúde

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