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TOYOTA E-PALETTE: O ÔNIBUS AUTÔNOMO QUE OS ATLETAS USARÃO NAS OLIMPÍADAS DE TÓQUIO

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Bill Gates liderava a Microsoft – e a Microsoft liderava o mundo – quando publicou, em dezembro de 1995, seu livro de tendências “A Estrada do Futuro”. Onze meses depois, viu-se obrigado a lançar uma edição “completamente revisada e atualizada” com tudo aquilo que ele havia ignorado ou subestimado. Como a internet, por exemplo.

Essa introdução serve para lembrar que a única previsão certeira sobre 2020 é a de que as previsões nunca dão 100% certo. Este jornalista não é nenhum Bill Gates e o horizonte parece mais turvo do que em 1995. (O próprio fundador da Microsoft agora se limita a recomendar livros que já leu e eleger as melhores invenções do ano que já passou). O modelo vigente de produção de inovação (com startups e fundos de venture capital) sofreu um abalo, em 2019, com IPOs abaixo da expectativa das startups Lyft e Uber, além do cancelamento da abertura de capital do WeWork. Uma eventual desconfiança em empresas de muito volume de receita mas pouco lucro pode mudar os rumos da tecnologia em 2020. Além dessa incerteza importante, será o primeiro ano de uso comercial da rede 5G – que em 2019 estreou timidamente em países como Estados Unidos e Coreia do Sul. Quase um wifi a céu aberto, a nova rede abre um vasto potencial para soluções e empresas desconhecidas. Feitas as ressalvas, essas são nossas apostas para o ano que vem:

Ainda distantes de tomar conta do trânsito, os veículos autônomos vão ganhar aplicações reais em 2020. Nas Olimpíadas de Tóquio, em julho, cem micro-ônibus sem motorista farão o transporte de atletas e espectadores de um estádio para outro e deles para a vila olímpica, enquanto uma frota de carros inteligentes dará apoio à maratona de revezamento da tocha. “Já existentes em ambientes controlados, como áreas de mineração e centros de logística, as ‘coisas autônomas’ vão avançar para espaços abertos ao público”, diz o relatório do Gartner. “Também deixam de ser máquinas solitárias para trabalhar em equipe, como o enxame de drones apresentado nos Jogos de Inverno de 2018”.

No segundo semestre, o iFood planeja lançar comercialmente robôs de entrega. Carrinhos elétricos, capazes de carregar até 30 quilos, vão transportar comida dentro de shopping centers e condomínios fechados – a “última milha”, fonte de prejuízo para empresas de logística. No exterior, Amazon, Uber e Wing (da Alphabet, holding do Google) vão decolar seus drones para entregar pacotes em até 30 minutos. Diante da complexa regulação dos Estados Unidos, os entregadores robóticos devem decolar primeiro em Israel, no Reino Unido e na China.

Fonte ; Globo

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