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Rolim de Moura: Fiscais da Vigilância Sanitária apreendem carne que estaria boa para consumo

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Segundo informações colhidas junto à direção da Escola Estadual Maria Comandolli Lira, em Rolim de Moura, a Vigilância Sanitária esteve em visita de rotina à escola que agrega 340 crianças, e durante a inspeção constatou que um lote de 30 kg. de carne bovina moída, estaria segundo os fiscais, “imprópria para o consumo humano” por não constar no pacote etiqueta que identificasse o produto, bem como a origem comercial e data de vencimento do produto. 

Procurado pelo Rolim Notícias, Arildo Tonholli, diretor da Vigilância em Rolim de Moura, disse que dias antes a Visa havia realizado uma visita à escola, onde alguma irregularidades foram constadas e comunicadas à diretora  da Escola, R.C. Assunção e que a mesma teria se comprometido em solucionar tais pendências e que hoje, em nova visita, além de algumas outras irregularidades, os fiscais resolveram apreender a carne sem identificação de origem. Faltava uma etiqueta que comprova peso, origem, produto, processamento e data de validade. Nesses casos de produtos perecíveis, a Vigilância tem inclusive a premissa legal de incineramento do produto logo após apreensão. 
A direção da Escola se disse surpresa com a apreensão e que sem conhecer os critérios técnicos da medida sanitária, levou ao conhecimento da imprensa e também do fornecedor do produto que também deu suas declarações à reportagem:
“ Nossa empresa é idônea e gosta de trabalhar sempre com segurança sanitár112ia. Fornecemos carnes a várias instituições e sempre com operações documentadas e critérios rigorosos no fornecimento de alimentos. A etiqueta deve ter caído no transporte ou mesmo na Câmara fria da escola, não nos cabendo responsabilidades sobre o ocorrido”. Comentou o empresário.
O vice-diretor da escola, Noel Campos também questionou a apreensão por motivo até mesmo banal, posto que o certificado do SIF estrava pregado à geladeira, sendo um produto fresco e bem acondicionado. Entretanto, a autoridade sanitária decidiu pela apreensão por se tratar de produto “in natura” e altamente passível de contaminação, fato agravado pela falta de etiqueta de identificação.








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